Tribunal Superior Anticorrupção põe fim à obrigatoriedade de pulseira eletrónica de Herman Halushchenko
O Tribunal Superior Anticorrupção da,取消ou em 22 de outubro a obrigação de Herman Halushchenko usar uma pulseira eletrónica de monitorização no caso de corrupção «Midas». No entanto, prolongou por dois meses várias outras medidas processuais, incluindo restrições à saída de Kyiv e da Oblast de Kyiv, a entrega de documentos de viagem e a comunicação com pessoas determinadas.
Pontos principais
- A pulseira eletrónica de Herman Halushchenko deixou de ser obrigatória em 22 de outubro de 2026
- O Tribunal Superior Anticorrupção prolongou por dois meses várias obrigações processuais
- Halushchenko não pode sair de Kyiv ou da Oblast de Kyiv sem autorização dos órgãos competentes
- Deve entregar passaportes e outros documentos que permitam sair da Ucrânia
- Foi detido em 15 de fevereiro de 2026, ao tentar atravessar a fronteira state's Ukrainian
- A suspeita foi anunciada em 16 de fevereiro no caso «Midas»
- O motivo da decisão ainda não foi publicada; consta da decisão integral no registo estatal das decisões judiciais
Porque é importante
A decisão altera as condições de monitorização eletrónica de Halushchenko, mas mantém restrições relevantes à sua mobilidade, documentos de viagem, comunicações e presença perante as autoridades. O caso integra uma investigação em curso sobre alegadas branqueamento de dinheiro e participação numa organização criminosa ligada ao setor energético. As razões do tribunal ainda não estão disponíveis na comunicação pública.
O que aconteceu
Em 22 de outubro de 2026, o Tribunal Superior Anticorrupção decidiu não prolongar a obrigação de Herman Halushchenko usar uma pulseira eletrónica de monitorização. Ao mesmo tempo, prolongou por dois meses uma série de obrigações processuais. Entre elas estão a proibição de se afastar de Kyiv e da Oblast de Kyiv sem autorização dos investigadores da NABU ou dos prosecutors da SAPO, a entrega de passaportes e de outros documentos de viagem à Autoridade Nacional de Migração, e a obrigação de aparecer perante as autoridades segunda cada solicitação. Halushchenko também deve comunicar alterações da residência e abster-se de contactar determinadas pessoas.
Como o descrevem as fontes ucranianas
A coberturaامية concentra-se na decisão processual do tribunal e na lista das obrigações renovadas, incluindo a entrega de documentos de viagem e as restrições à circulação dentro da分隔 de Kyiv e da Oblast de Kyiv. As publicações também fornecem contexto sobre a investigação «Midas», a detenção de fevereiro de 2026, o processo de caução e os fluxos financeiros alegadamente relacionados com a família de Halushchenko.
Contexto
Halushchenko foi detido em 15 de fevereiro de 2026, ao tentar atravessar a fronteira da Ucrânia, e recebeu uma notificação de suspeita no caso «Midas» no dia seguinte. Em 17 de fevereiro, o tribunal escolheu como medida cautelar a prisão com uma alternativa de caução de 200 milhões de hryvnias. A caução foi posteriormente reduzida para 150 milhões de hryvnias e totalmente depositada em 29 de junho. A investigação alicança alegações de que contrapartes da Energoatom foram obrigadas a pagar propinas para evitar o bloqueio de pagamentos ou a perda do estatuto de fornecedor.