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Finlândia aprova adesão ao Tribunal Especial e à Comissão Internacional de Compensação para a Ucrânia

O Governo da Finlândia aprovou a criação de um Tribunal Especial para o crime de agressão contra a Ucrânia e de uma Comissão Internacional de Compensação, tendo enviado as suas propostas ao Parlamento finlandês. Com esta decisão, a Finlândia torna-se o 21.º Estado a aderir ao acordo que estabelece o Tribunal.

Pontos principais

  • O Governo finlandês apoiou a criação do Tribunal Especial para o crime de agressão contra a Ucrânia.
  • O Governo finlandês apoiou a criação de uma Comissão Internacional de Compensação para a Ucrânia.
  • As propostas foram transmitidas ao Parlamento finlandês.
  • A decisão foi anunciada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros finlandês na rede social X.
  • A Finlândia tornou-se o 21.º Estado a aderir ao acordo de criação do Tribunal Especial.

Porque é importante

A adesão da Finlândia representa o 21.º país a subscrever o acordo que cria o Tribunal Especial, reforçando a base internacional do mecanismo de responsabilização legal pela agressão russa. Ao enviar a proposta ao Parlamento, o executivo finlandês dá um passo político concreto para transformar o compromisso numa obrigação vinculativa.

Como o descrevem as fontes ucranianas

As fontes ucranianas enquadram a decisão da Finlândia como parte da construção da responsabilidade legal internacional pela agressão da Rússia, apresentando o Tribunal e a Comissão de Compensação como passos rumo a uma paz justa e sustentável. A cobertura destaca o simbolismo político de ser a 21.ª signatária e recorda as expectativas do Gabinete do Presidente da Ucrânia de que o Tribunal comece a funcionar no próximo ano.

Contexto

A Finlândia tinha anunciado em abril de 2026 a intenção de aderir ao acordo do Tribunal Especial. Em julho, o Governo dos Países Baixos manifestou disponibilidade para acolher o Tribunal no seu território, incluindo a fase operacional plena. A 15 de maio, o Comité de Ministros do Conselho da Europa aprovou um acordo parcial alargado sobre o Comité Diretivo do Tribunal, com o apoio de 36 países e da UE. O Gabinete do Presidente da Ucrânia espera que o Tribunal Especial comece a funcionar no próximo ano.