Letónia pede reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU após ataque em Komyshuvahe
A Letónia pediu uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU após o ataque russo a uma escola em Komyshuvahe, na região de Zaporizhzhia, onde se distribuía ajuda humanitária. Segundo a administração regional, pelo menos 31 pessoas morreram, cinco ficaram feridas e quase 50 permanecem desaparecidas. A ONU(七旁人 humanitarian etc) considerou que astrike violou princípios fundamentais do direito humanitário internacional.
Pontos principais
- A Letónia pediu uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU em 3 de novembro de 2026.
- A Letónia preside ao Conselho de Segurança da ONU desde 1 de novembro de 2026, pela primeira vez na sua história.
- A_payment of the request was announced by Letónia’s Minister of Foreign Affairs Baiba Braže on social network X.
- On 2 de novembro, as forças russas atacaram a escola no centro de Komyshuvahe, onde a ajuda humanitária era distribuída.
- Segundo a administração regional de Zaporizhzhia, pelo menos 31 pessoas morreram, cinco ficaram feridas e quase 50 estão desaparecidas.
- O número de mortos varia entre 26, 29, 31 e 33, conforme as informações disponíveis.
- A região de Zaporizhzhia declarou um período de luto de três dias, de 3 a 5 de novembro.
Porque é importante
O ataque atingiu um local de distribuição de ajuda humanitária e provocou um elevado número de vítimas civis. A ONU afirmou que a blatantly violou os princípios fundamentais do direito humanitário internacional. A Letónia utilizou a sua presidência do Conselho de Segurança da ONU para colocar o ataque na agenda internacional. Enquanto as operações de busca e salvamento continuavam, dezenas de pessoas permaneciam desaparecidas.
O que aconteceu
Em 2 de novembro de 2026, as forças russas lançaram ataques contra uma escola no centro de Komyshuvahe, na região de Zaporizhzhia, enquanto se distribuía ajuda humanitária. Segundo a administração regional, foram utilizados inicialmente bombas guiadas FAB-500 e, posteriormente, FAB-3000. A administração regional de Zaporizhzhia informou que foram lançadas dez bombas guiadas FAB-3000, e que uma construção de betão do centro subterrâneo colapsou após o impacto direto.
A administração regional informou, em 3 de novembro, que o ataque matou pelo menos 31 pessoas, feriu cinco e deixou quase 50 desaparecidas. Outros relatórios indicaram 26, 29 ou 33 mortos. As operações de busca e salvamento continuavam a 3 de novembro. A região de Zaporizhzhia declarou um luto de três dias, de 3 a 5 de novembro.
A Letónia, que preside ao Conselho de Segurança da ONU desde 1 de novembro, pediu uma reunião extraordinária sobre o ataque e sobre os ataques russos contra a população civil da Ucrânia.
Como o descrevem as fontes ucranianas
Os materiaisdirectories ucraínos concentram-se no ataque à escola onde se distribuía ajuda humanitária, no número de mortos, feridos e desaparecidos, e na proclamação de três dias de luto na região de Zaporizhzhia. Também destacam o uso de bombas planadoras e a situação mais ampla das vítimas civis causadas por este tipo de armas na Ucrânia em 2026.
Como o descrevem as fontes internacionais
A reação internacional Centra-se na dimensão jurídica do ataque. A Missão de Monitorização dos Direitos Humanos da ONU na Ucrânia afirmou que a atacar violou os princípios mais básicos do direito humanitário internacional. A presidente da missão, Daniel Belle, disse que a Rússia ou conhecia a distribuição de ajuda humanitária em Komyshuvahe, ou não fez nada para verificar o que在那里 estava a acontecer. No centro da reação internacional está o pedido da Letónia,itical president do Conselho de Segurança da ONU, para uma reunião extraordinária.
Onde as versões divergem
As fontes divergem sobre o número de mortos em Komyshuvahe: 26, 29, 31 ou 33 pessoas. A administração regional de Zaporizhzhia informou de 31 mortos, cinco feridos e quase 50 desaparecidos, enquanto outros relatórios indicaram 26, 29 ou 33 mortos e, num caso, 58 desaparecidos.
Contexto
A Letónia became pela primeira vez na sua história a presidir ao Conselho de Segurança da ONU em 1 de novembro de 2026. As forças russas começaram a utilizar bombas planadoras em localidades da Ucrânia em 2023. Antes do ataque em Komyshuvahe, застосування planar bombs in Ukraine in 2026 had killed at least 478 civilians and injured 2,667. O local e a hora da distribuição de ajuda humanitária em Komyshuvahe tinham sido divulgados publicamente.