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Ucrânia atinge vários alvos militares e industriais na Rússia durante uma semana

As Forças de Defesa da Ucrânia atingiram, ao longo da última semana, uma série de alvos militares e industriais em território russo, incluindo duas empresas químicas, uma unidade de produção de drones FPV e um complexo Pantsir-S2. O presidente Volodymyr Zelensky confirmou publicamente os ataques, descrevendo-os como «sanções de longo alcance» e afirmando que «a guerra tem de voltar a casa».

Pontos principais

  • As Forças de Defesa da Ucrânia atingiram vários alvos na Rússia ao longo da semana, incluindo duas empresas químicas e uma fábrica de drones FPV.
  • O SBU atacou em Taganrog uma instalação de produção de drones FPV, armazéns de UAV, um reservatório de combustível, uma estação de radar e um sistema Pantsir-S2.
  • Duas empresas químicas foram atingidas nas regiões de Perm e Samara.
  • Um Su-33 foi destruído no aeródromo de Anapa e dois helicópteros Mi-8 foram destruídos em Krasnodar Krai e na oblast de Rostov.
  • Uma instalação petrolífera em Perm também foi atingida.
  • President Zelensky confirmou publicamente os ataques e descreveu-os como «sanções de longo alcance».
  • Na noite de 12 de setembro, foram registados drones sobre a oblast de Rostov, com residentes de Taganrog a partilharem vídeos de fumo intenso sobre a cidade.

Porque é importante

A série de ataques demonstra a capacidade da Ucrânia de atingir, no espaço de uma semana, uma vasta gama de alvos militares e industriais no interior do território russo, incluindo instalações químicas associadas à produção de propelente sólido para mísseis. A destruição de um raro Su-33, de ativos de defesa aérea e de produção de drones reduz capacidades operacionais concretas da Rússia. A confirmação pública pelo presidente Zelensky sinaliza uma escolha deliberada de comunicação: os ataques em solo russo são política de Estado, não acidentes.

O que aconteceu

Ao longo da semana passada, as Forças de Defesa da Ucrânia e o SBU conduziram uma série de ataques contra alvos em várias regiões da Rússia e no Mar Negro. Em Taganrog, o SBU atingiu uma unidade de produção de drones FPV, armazéns de armazenamento de UAV, um reservatório de derivados de combustível, uma estação de radar e um sistema de defesa aérea Pantsir-S2. Duas empresas do setor químico foram atingidas nas regiões de Perm e Samara, incluindo a combine Togliattikauchuk em Tolyatti. Um avião de combate Su-33 foi destruído no aeródromo de Anapa, e dois helicópteros Mi-8 foram destruídos em Krasnodar Krai e na oblast de Rostov. Uma instalação petrolífera em Perm foi também atingida. Na noite de 12 de setembro, foram registados drones sobre a oblast de Rostov, e residentes de Taganrog publicaram vídeos mostrando fumo intenso sobre a cidade. O presidente Volodymyr Zelensky confirmou publicamente os ataques, descrevendo-os como «sanções de longo alcance» e afirmando que «a guerra tem de voltar a casa».

Como o descrevem as fontes ucranianas

As três fontes fornecidas são媒体 em língua ucraniana e enquadram os ataques de forma coerente como deliberados, estrategicamente significativos e abertamente_endossados pelo presidente. A cobertura destaca as próprias palavras de Zelensky — «sanções de longo alcance» e «a guerra tem de voltar a casa» — utilizando-as como mensagem central. A ênfase recai sobre a amplitude e profundidade dos alvos atingidos (plantas químicas, produção de drones, defesa aérea, aviões, helicópteros, instalação petrolífera, alvo no Mar Negro), apresentando um quadro cumulativo de pressão sobre a capacidade militar-industrial russa.

Contexto

A combine Togliattikauchuk, em Tolyatti (oblast de Samara), produz borrachas sintéticas, monómeros e aditivos para gasolinas; as borrachas sintéticas da unidade são utilizadas na produção de propelente sólido para mísseis táticos e balísticos. O 708.º Regimento de Aviação de Transporte Militar tem base no aeródromo militar de Taganrog, com a 325.ª Planta de Reparação de Aeronaves a operar nas proximidades. A Rússia tinha cerca de 17 caças Su-33 em serviço; anteriormente parte do grupo de aviação naval do porta-aviões Admiral Kuznetsov, foi noticiado no final de 2023 que tinham sido rebaseados em terra, sob um novo corpo de aviação mista da Frota do Norte.