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Ataque aéreo russo em Komyshuvahe mata 42 pessoas e 33 podem estar soterradas

O número de mortos no ataque aéreo russo a uma escola e abrigo em Komyshuvahe, na oblast de Zaporizhzhia, subiu para 42 pessoas. As operações de resgate已进入 a quarta dia, enquanto 33 pessoas podem continuar soterradas e os trabalhos decorreram sob o risco de novos ataques.

Pontos principais

  • Ataque aéreo russo em Komyshuvahe, na oblast de Zaporizhzhia, matou 42 pessoas.
  • As operações de resgate e emergência no local já decorriam há quatro dias.
  • Até 33 pessoas podem permanecer soterradas, segundo a polícia nacional da Ucrânia.
  • O ataque ocorreu a 2 de novembro de 2026, durante a distribuição de ajuda humanitária.
  • Foram usadas pelo menos nueve bombas guiadas FAB-500 e FAB-3000.
  • Entre os mortos figurent quatroINE-polícia e dois socorristas.
  • A identification dos corpos continua através de comparison de perfís de ADN.

Porque é importante

A confirmação de 42 mortos faz desta a ataque mais mortal por número de vítimas na oblast de Zaporizhzhia em quase cinco anos de guerra em escala total. Civis que recebiam ajuda humanitária estavam no local do primeiro ataque, e os bombardeios posteriores atingiram pessoas que se refugiavam, socorristas e policiais. A possibilidade de mais 33 pessoas soterradas mantém a operação de resgate e identificação em curso, apesar do risco de novos ataques.

O que aconteceu

As forças russas atacaram Komyshuvahe em 2 de novembro de 2026 com pelo menos nueve bombas guiadas, incluindo as FAB-500 e a FAB-3000, de três toneladas. O primeiro ataque atingiu a escola subterrânea, utilizada como centro de resistência comunitária e ponto de distribuição de ajuda humanitária, enquanto os civis recebiam assistance. Após a chegada dos serviços de emergência, foram lançados novos ataques contra o abrigo, onde estavam pessoas, socorristas e policiais. De acordo com as autoridades, o impacto direto de uma bomba de três toneladas provocou o colapso de uma estrutura de betão. Até ao momento indicado, 42 corpos foram retirados dos escombros; entre as vítimas figuram quatro policiais e dois socorristas. A busca prossegue, e os corpos que não podem ser identificados visualmente estão a ser submetidos a processos de ADN, com amostras biológicas recolhidas aos familiares.

Como o descrevem as fontes ucranianas

A coberturaicana destaca o número confirmado de mortos, a continuação da busca por pessoas sob os escombros e a participação de policiais, socorristas, unidades cinotécnicas e especialistas em resgate mineiro. Particular atenção é dada ao facto de que civis recebiam ajuda humanitária no momento do ataque e de que os bombardeios subsequentes atingiram socorristas e policiais. São igualmente destacados os pronunciamentos de Volodymyr Zelensky e Mykhailo Semikin, o pedido de mais apoio internacional para a defesa aérea e o-called da Letónia para uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU.

Como o descrevem as fontes internacionais

A cobertura internacional emphasises as 42 mortes confirmadas, a possibilidade de 33 pessoas continuarem presas, a quarto dia de operações de emergência e o risco de novos ataques. O ataque é apresentado como o mais mortal na oblast de Zaporizhzhia em quase cinco anos de guerra em escala total, com crítica à resposta internacional e apelos para um maior apoio à defesa aérea.

Contexto

A escola subterrânea de Komyshuvahe era utilizada como centro comunitário de resistência e ponto de distribuição de ajuda humanitária. As forças russas aplicaram bombas guiadas FAB-500 e FAB-3000, incluindo uma bomba de três toneladas, e o impacto direto colapsou a estrutura de betão. Em 4 de novembro, o número de mortos havia subido de 37 victims encontrados durante a manhã para 40 mortos e 30 desaparecidos; posteriormente, o número subiu para 42, com 33 pessoas possivelmente ainda sob os escombros. A Letónia pediu uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU sobre o ataque.