Tema: Estados Unidos
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Zelensky anuncia disponibilidade da Ucrânia para reunião trilateral com EUA e Rússia antes do final de outubro
O Presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia está pronta para participar numa reunião trilateral ao nível técnico com os Estados Unidos e a Rússia, proposta pela parte norte-americana e que poderá realizar-se antes do final de outubro. A declaração foi feita numa conferência de imprensa conjunta com o Chanceler alemão Friedrich Merz em Kyiv. Zelensky confirmou a disponibilidade para acolher o encontro nos Emirados Árabes Unidos ou noutro país sugerido pelos norte-americanos e disse que a Ucrânia aguarda a resposta de Moscovo.
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Zelenskyy anuncia intensificação de ataques a refinarias russas e diz que FP-9 estará pronta este outono
Numa entrevista à Reuters, o Presidente Volodymyr Zelenskyy afirmou que a Ucrânia vai intensificar os ataques a refinarias de petróleo russas em resposta a uma nova campanha aérea de Moscovo, que descreve como destinada a forçar a população a abandonar Kiev e outras cidades. Segundo Zelenskyy, documentos interceptados indicam que Vladimir Putin aprovou uma «nova doutrina» que alarga a lista de alvos civis antes do inverno. Zelenskyy anunciou que o míssil balístico doméstico FP-9, capaz de chegar a Moscovo, ficará pronto este outono, confirmou a primeira utilização em combate do FP-7 esta semana, e disse estar disponível para um encontro com Putin na cimeira do G20 em Miami, em dezembro, embora tenha pedido aos EUA que não normalizem relações com Moscovo antes da paz.
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Trump pressionou Zelenskyy a parar ataques a refinarias russas antes da cimeira de Nova Iorque
Numa chamada telefónica a 20 de setembro, o Presidente dos EUA Donald Trump pediu repetidamente a Volodymyr Zelenskyy que parasse os ataques ucranianos às refinarias de petróleo russas, citando a subida dos preços mundiais do gasóleo. Os dois líderes acordaram encontrar-se em Nova Iorque a 22 de setembro, à margem da Assembleia Geral da ONU, onde Trump deverá pressionar por um cessar-fogo energético.
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Trump apela a Zelensky para parar ataques a refinarias de diesel russas e culpa Ucrânia pela escassez global
O Presidente dos EUA, Donald Trump, pediu ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que ponha fim aos ataques ucranianos a infraestruturas russas de produção de diesel, acusando esses ataques de provocarem uma escassez global de combustível. A declaração foi feita a 13 de setembro de 2026, à margem do torneio de golfe Irish Open, no seu clube de Doonbeg, na Irlanda. Trump afirmou que a escassez se deve ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia e não às ações dos EUA no Médio Oriente, uma alegação contestada por responsáveis europeus e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros polaco.
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Rússia lança ataque massivo com mísseis e drones contra Kiev na noite de 8 de setembro
Na noite de 7 para 8 de setembro de 2026, as forças russas lançaram um ataque combinado massivo com mísseis e drones contra a Ucrânia, com Kiev como um dos principais alvos. A ofensiva envolveu dezenas de mísseis — incluindo balísticos Iskander-M/KN-23/S-400 e mísseis de cruzeiro Kh-101 — e 166 drones de ataque, maioritariamente Shaheds. Segundo a Força Aérea ucraniana, foram interceptados ou suprimidos 175 alvos até às 08:30. Pelo menos duas pessoas morreram em Kiev, ambas no distrito de Solomianskyi, e pelo menos dez ficaram feridas. Os ataques provocaram destruições e incêndios em vários distritos da capital e obrigaram a Polónia a levantar a sua aviação militar.
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Embaixadores dos EUA Witkoff e Kushner visitam Kiev pela primeira vez, mas sem avanços concretos
Os enviados especiais dos EUA Steve Witkoff e Jared Kushner reuniram-se em Moscovo no dia 5 de setembro com Vladimir Putin e no dia seguinte em Kiev com Volodymyr Zelensky, mantendo três rondas de negociações às quais se juntaram conselheiros de segurança nacional de França, Alemanha e Reino Unido. Zelensky descreveu as conversas como «muito substantivas», anunciou um acordo para repetir em breve a reunião no formato Ucrânia-EUA-Europa, e confirmou que Washington apoia um «pacote de inverno» para a Ucrânia. Não foi anunciado nenhum avanço concreto nem divulgados detalhes da proposta norte-americana, enquanto o Kremlin, segundo o ISW e o Bloomberg, reiterou as exigências maximalistas e a resolução das chamadas «causas profundas» da guerra.