Peskov
Dmitri Peskov é um funcionário do governo russo que exerce o cargo de porta-voz do Presidente da Federação Russa desde o início dos anos 2000. Nesse papel, é o principal porta-voz do Kremlin perante os meios de comunicação social, transmitindo a posição do presidente sobre assuntos internos e internacionais. Comenta com regularidade a política externa da Rússia, incluindo a guerra contra a Ucrânia e os contactos diplomáticos com outros governos.
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Ucrânia envia delegação aos EUA para negociações a 9 e 10 de outubro após Rubio declarar fim diplomático "inacessível"
O Presidente Volodymyr Zelenskyy anunciou em 8 de outubro que uma delegação ucraniana viajará aos Estados Unidos nos dias 9 e 10 de outubro para conversações com enviados especiais norte-americanos Jared Kushner e Steve Witkoff. O anúncio surge no dia em que o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou numa entrevista ao jornal grego Kathimerini que o fim da guerra Rússia-Ucrânia por via diplomática é atualmente "inacessível" e que o conflito se encontra num "beco estratégico sem saída". Zelenskyy rejeitou essa caracterização, em declarações feitas em Pryluky, e apelou a Washington para aumentar a pressão sobre a Rússia.
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Zelensky anuncia disponibilidade da Ucrânia para reunião trilateral com EUA e Rússia antes do final de outubro
O Presidente Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia está pronta para participar numa reunião trilateral ao nível técnico com os Estados Unidos e a Rússia, proposta pela parte norte-americana e que poderá realizar-se antes do final de outubro. A declaração foi feita numa conferência de imprensa conjunta com o Chanceler alemão Friedrich Merz em Kyiv. Zelensky confirmou a disponibilidade para acolher o encontro nos Emirados Árabes Unidos ou noutro país sugerido pelos norte-americanos e disse que a Ucrânia aguarda a resposta de Moscovo.
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Zelensky reúne-se com Trump em Nova Iorque e propõe cessar-fogo limitado; Putin convidado para G20 em Miami
Na semana da Assembleia Geral da ONU, em 22 de setembro de 2026, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encontrou-se com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Nova Iorque, e confirmou que a Ucrânia está pronta para qualquer formato de cessar-fogo limitado nos setores energético, cerealífero e marítimo, desde que haja reciprocidade da Rússia. Os Estados Unidos convidaram formalmente Vladimir Putin para a cimeira do G20 em Miami, nos dias 14 e 15 de dezembro, embora a participação de Putin permaneça incerta e o Kremlin tenha dito que analisará o convite pelos canais diplomáticos. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, e o ISW consideram que a Rússia rejeitou efetivamente a proposta de cessar-fogo energético, enquanto o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que ambos os países manifestaram interesse num acordo limitado.
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Trump pressionou Zelenskyy a parar ataques a refinarias russas antes da cimeira de Nova Iorque
Numa chamada telefónica a 20 de setembro, o Presidente dos EUA Donald Trump pediu repetidamente a Volodymyr Zelenskyy que parasse os ataques ucranianos às refinarias de petróleo russas, citando a subida dos preços mundiais do gasóleo. Os dois líderes acordaram encontrar-se em Nova Iorque a 22 de setembro, à margem da Assembleia Geral da ONU, onde Trump deverá pressionar por um cessar-fogo energético.
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Trump apela a Zelensky para parar ataques a refinarias de diesel russas e culpa Ucrânia pela escassez global
O Presidente dos EUA, Donald Trump, pediu ao homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que ponha fim aos ataques ucranianos a infraestruturas russas de produção de diesel, acusando esses ataques de provocarem uma escassez global de combustível. A declaração foi feita a 13 de setembro de 2026, à margem do torneio de golfe Irish Open, no seu clube de Doonbeg, na Irlanda. Trump afirmou que a escassez se deve ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia e não às ações dos EUA no Médio Oriente, uma alegação contestada por responsáveis europeus e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros polaco.
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Embaixadores dos EUA Witkoff e Kushner visitam Kiev pela primeira vez, mas sem avanços concretos
Os enviados especiais dos EUA Steve Witkoff e Jared Kushner reuniram-se em Moscovo no dia 5 de setembro com Vladimir Putin e no dia seguinte em Kiev com Volodymyr Zelensky, mantendo três rondas de negociações às quais se juntaram conselheiros de segurança nacional de França, Alemanha e Reino Unido. Zelensky descreveu as conversas como «muito substantivas», anunciou um acordo para repetir em breve a reunião no formato Ucrânia-EUA-Europa, e confirmou que Washington apoia um «pacote de inverno» para a Ucrânia. Não foi anunciado nenhum avanço concreto nem divulgados detalhes da proposta norte-americana, enquanto o Kremlin, segundo o ISW e o Bloomberg, reiterou as exigências maximalistas e a resolução das chamadas «causas profundas» da guerra.